TEM ALGO ERRADO: Após agressão a blogueiro, Estela volta a bater boca com deputado e radialista

Mas, afinal o que está acontecendo com a deputada Estela Bezerra? Em menos de uma semana, a deputada atacou o repórter Thiago Morais, bateu boca com o radialista Nilvan Ferreira, e foi por pouco não foi à via dos fatos com o deputado e Cabo Gilberto, durante uma reunião interna na Assembleia. Tem algo acontecendo com a parlamentar.

Cabo Gilberto – No entrevero com o Cabo Gilberto, a deputada chegou a tachar o colega de “cretino”, e ele revidou no mesmo diapasão. Os dois foram contidos pelos demais deputados que estavam na reunião. Mas, o clima ficou pra lá de pesado entre eles.

Nilvan Ferreira – E, finalmente, nesta quinta (dia 16), a deputada se envolveu num pesado bate-boca com o radialista Nilvan Ferreira, da Correio FM. Confira um trecho do áudio…
Motivação – Talvez esteja apenas atendendo à cartilha do seu chefe Ricardo Coutinho, que, no dizer do genial Vital Farias, anda se esgueirando por ai, que foi quem mais perseguiu e processou jornalistas. Ou pode ser que o avançar das investigações da Operação Calvário, que desbaratou o maior escândalo de corrupção da Paraíba e um dos maiores do País, tenha abalado muito os nervos de muitos.

Ou se foi por conta da demissão de Livânia Farias, Amanda Rodrigues, Gilberto Carneiro, Waldson de Souza e, claro, Cláudia Veras. Esta última, indicada pela deputada. Veras acabou despromovida por João Azevedo, e foi apeada da secretaria de Saúde, a de maior orçamento do governo, e exilada numa pasta adjunta de Articulação Municipal, sem praticamente qualquer importância.

E há os comentários, cada vez mais frequentes, indicando que parlamentares do esquema girassol estariam sendo investigados pela Calvário, por, supostamente, estarem envolvidos com a organização criminosa. Nomes não foram dados. Até agora. Mas, enquanto não sai o listão, é previsível que alguns fiquem com os nervos à flor da pele.

Finalmente, Estela pode ter acusado o golpe das duras declarações da advogada Laura Berquó, na Assembleia, quando fez associação de seu nome ao crime de Bruno Ernesto. Verdade ou não, caberá à Justiça esclarecer. É assim que funciona nas democracias.