Fiéis celebram nesta quarta-feira (22) o Dia de Santa Rita de Cássia no município de Rio Tinto, no Litoral Norte da Paraíba. A cidade abriga uma tradição de grande devoção e festividades em alusão a santa, que é padroeira da cidade.

Uma programação especial foi montada para as comemorações. Além da missa na Igreja Matriz, o dia reserva também a grande procissão pelas principais ruas da cidade, que acontece às 16h. Já pela noite, haverá show católico com Padre Nilson Nunes, às 20h.

Padroeira de Rio Tinto e conhecida como santa das causas impossíveis, Santa Rita de Cássia teve sua relação aproximada com o município de Rio Tinto desde a sua fundação, com a fábrica de tecidos, sendo Santa Rita considerada a santa de devoção dos operários. A data que faz parte do calendário festivo do município, é comemorada todos os anos como tradição religiosa dos fiéis da cidade.

Confira a programação

15h – Santa Missa da Padroeira – Igreja Matriz – Dom Manoel Delson (Arcebispo da Paraíba)
16h – Procissão da Imagem de Santa Rita de Cássia
18h – Bênção do Santíssimo Sacramento – Arreamento das bandeiras
20h – Show Católico - Praça João Pessoa - Padre Nilson Nunes
Apesar de em outros municípios do Vale do Mamanguape as oposições não quererem falar sobre 2020, em Capim a carroça já está andando e tem motivo: todos estão em busca de vitória. Por isso, a oposição de Capim já tem chapa definida para concorrer nas eleições do próximo ano. A decisão foi tomada em uma reunião entre os dois ex-prefeitos de Capim, Sérgio Lima e Edvaldo Freire.

No encontro ficou acordado que o ex-prefeito Sérgio Lima, indicará a sua esposa Valéria Cunha Lima, como candidata a prefeita e Edvaldo lançará o vereador Neto Chaves como candidato a vice.

A chapa tem o aval do Governador João Azevedo, dos deputados Jeová Campos e Efraim Filho, além de lideranças que também foram consultadas para a tomada de decisão.

O grupo deverá, agora, traçar estratégias para marchar em unidade rumo as eleições 2020.


Jhordan Paes
O deputado estadual Ricardo Barbosa (PSB) falou sobre a situação do bloco de oposição que lhe apoiou nas eleições de 2018 na cidade de Rio Tinto, durante entrevista em um programa radiofônico da 92 FM.

Sendo questionado sobre o candidato que terá o seu apoio na cidade, Barbosa disse que apoiaria qualquer um dos nomes do grupo, mas frisou: - "Magna, nos parece ter a preferência do grupo. E há um consenso nisso. Se Magna for candidata, tem a minha solidariedade, a solidariedade de Marcão e de Cacique Sandro.

Perguntado se Magna lhe confirmou se vai ser candidata Ricardo Barbosa respondeu que "Ela manifesta a intenção, mas além de confirmar a intenção tem que 'vim pra cá', gastar sola de sapato e pedir voto. Porquê não tem essa história de tá cedo, não, né?

Questionado sobre o silêncio de Magna e sua ausência no município, Barbosa respondeu que "irá conversar isso com ela, pois não é algo que de se conversar publicamente, mas nem tampouco uma cobrança ou carão, até porque Magna é uma figura das mais respeitadas no Vale do Mamanguape. Deixou a gestão com uma margem de aprovação quase que inigualável, disse."

Ricardo ainda lembrou que "em política, esses 'hiatos temporais' não podem ser longevos demais. Em política é uma coisa atrás da outra, não tem vácuo, sabe? Não tem insubstituível, todo dia chega outro pra preencher o espaço que você está deixando, então, a gente há de conversar. Eu, Marcão, Cacique Sandro, Peu, Adênio, e tantos outros."

Barbosa ainda frisou que esse grupo tem chances concretas de disputar a eleição e obter vitória, porém evitou críticas a gestão do prefeito Fernando Naia no momento.

-"Não é hora de fazer críticas ao prefeito Naia, e se tivermos de fazer o momento não é esse. Vamos fazer consoantes as necessidades e a temporalidade data, mas eu não sou do bloco político do Prefeito Naia, sou até do mesmo partido dele, mas em Rio Tinto eu tenho uma outra opção que não é a do prefeito. Não torço para que sua gestão dê errado, pelo contrário, gostaria que ele tivesse o mesmo sucesso de gestão que Eunice tem, mas ele não conseguiu fazê-lo", disse.


Jhordan Paes
Créditos: Panorama 92
Mas, afinal o que está acontecendo com a deputada Estela Bezerra? Em menos de uma semana, a deputada atacou o repórter Thiago Morais, bateu boca com o radialista Nilvan Ferreira, e foi por pouco não foi à via dos fatos com o deputado e Cabo Gilberto, durante uma reunião interna na Assembleia. Tem algo acontecendo com a parlamentar.

Cabo Gilberto – No entrevero com o Cabo Gilberto, a deputada chegou a tachar o colega de “cretino”, e ele revidou no mesmo diapasão. Os dois foram contidos pelos demais deputados que estavam na reunião. Mas, o clima ficou pra lá de pesado entre eles.

Nilvan Ferreira – E, finalmente, nesta quinta (dia 16), a deputada se envolveu num pesado bate-boca com o radialista Nilvan Ferreira, da Correio FM. Confira um trecho do áudio…
Motivação – Talvez esteja apenas atendendo à cartilha do seu chefe Ricardo Coutinho, que, no dizer do genial Vital Farias, anda se esgueirando por ai, que foi quem mais perseguiu e processou jornalistas. Ou pode ser que o avançar das investigações da Operação Calvário, que desbaratou o maior escândalo de corrupção da Paraíba e um dos maiores do País, tenha abalado muito os nervos de muitos.

Ou se foi por conta da demissão de Livânia Farias, Amanda Rodrigues, Gilberto Carneiro, Waldson de Souza e, claro, Cláudia Veras. Esta última, indicada pela deputada. Veras acabou despromovida por João Azevedo, e foi apeada da secretaria de Saúde, a de maior orçamento do governo, e exilada numa pasta adjunta de Articulação Municipal, sem praticamente qualquer importância.

E há os comentários, cada vez mais frequentes, indicando que parlamentares do esquema girassol estariam sendo investigados pela Calvário, por, supostamente, estarem envolvidos com a organização criminosa. Nomes não foram dados. Até agora. Mas, enquanto não sai o listão, é previsível que alguns fiquem com os nervos à flor da pele.

Finalmente, Estela pode ter acusado o golpe das duras declarações da advogada Laura Berquó, na Assembleia, quando fez associação de seu nome ao crime de Bruno Ernesto. Verdade ou não, caberá à Justiça esclarecer. É assim que funciona nas democracias.
Nota

A imprensa livre é um conquista de toda sociedade brasileira que foi alcançada com muita luta, suor e infelizmente até sangue. A imprensa livre é um dos principais pilares de qual quer democracia. A imprensa livre sempre cumpre um papel de suma relevância em momentos de acirramento, crise e embates, sendo indispensável para bem informar a população, revelar fatos e denunciar irregularidades, quando for o caso.

Apesar da conquista da imprensa livre no Brasil já perdurar há décadas, de tempos em tempos, os que fazem jornalismo no país, seja na TV, no rádio, no impresso ou na internet, viram alvos de críticas e em alguns casos, ataques, ora coletivo envolvendo toda categoria, ora individual envolvendo um de seus membros.

Na Paraíba, o acirramento político constante, e o histórico acompanhamento dos fatos políticos por parte da imprensa paraibana, tem levado a algumas autoridades constituídas pelo povo a questionarem o trabalho da imprensa, com ilações, acusações, denuncias e até agressões verbais, descabidas e acintosas. Nos últimos dias, pelo menos, três detentores de mandatos, de correntes políticas diversas, fizeram uso deste expediente de querer descredibilizar o trabalho da imprensa.

A Associação Paraibana de Imprensa, compreendendo o papel fundamental desenvolvido pela imprensa do Estado, vem a público em primeiro lugar, repudiar veementemente todo e qualquer tipo de tentativa de intimidação e agressão a profissionais filiados ou não a esta entidade; exigir das autoridades respeito ao trabalho da imprensa, lembrando que eventuais excessos devem ser questionados na esfera judicial, mas nunca na base da tentativa de intimidar o profissional ou a categoria; pedir que o bom senso prevaleça tanto entre os profissionais de imprensa, quanto entre os detentores de mandato, uma vez que este clima de acirramento não faz bem a nenhuma das partes envolvidas, muito menos a sociedade paraibana, que tem o direito de ser bem informada sobre todos os fatos e sobre todos os ângulos da notícia.

Por fim, a API ressalta que, independente de qualquer aspecto, estará onde sempre esteve: na defesa intransigente da imprensa livre, da democracia e do direito a informação.

A Diretoria.
Diante do vexame notório ao abrir as urnas da cidade de Mamanguape na eleições de 2018, onde a prefeita Eunice (PSB) aplicou uma vitória esmagadora dos seus candidatos sobre os candidatos apoiados por Fábio Fernandes, Eduardo Brito e Baby Helenita, pareceu que os discursos acabaram e a oposição (ao menos os pretensos candidatos à prefeito) na rainha do Vale, mesmo tentado encontrar uma sobrevida, não conseguem aparecer. Nem ao menos conseguem expôr com firmeza as imperfeições da gestão de Eunice, que mesmo sendo bem avaliada, não tem um governo perfeito e tão sólido quanto parece.

Hoje, em Mamanguape, quem 'peita' a gestão é a bancada de oposição na câmara municipal (os quais tem liberdade pera fazê-lo por terem mandato). Porém, seus gurus, estão escondidos por trás de uma cortina de fumaça nas vésperas de um ano eleitoral. 

Por isso, perguntar  não ofende: Os pretensos candidatos a prefeito da oposição estão em silêncio por estratégia? Ou seria a gestão de Eunice tão boa o suficiente para deixá-los sem discurso, e com uma aprovação de colocar medo para a disputa em 2020? 


Blog do Jhordan
O Ministério Público da Paraíba ajuizou uma ação civil pública contra o prefeito do Município de Aroeiras, Mylton Domingues de Aguiar, por ato de improbidade administrativa. O gestor está sendo processado em razão de constantes atrasos nos pagamentos dos salários de servidores municipais, que vêm ocorrendo desde o ano de 2015.

A ação 0800291-54.2019.8.15.0471, que tramita na Vara Única de Justiça de Aroeiras, é de autoria da 3ª promotora de Justiça de Queimadas, Carolina Soares Honorato de Macedo, que apurou a situação no Inquérito Civil 023.2018.000404.

De acordo com a representante do MPPB, nos últimos anos, de forma rotineira, quando o prefeito liberava o pagamento dos vencimentos, o fazia com notório atraso.